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Matérias

Paris, je t`aime! por Cesar Giobbi

18/07/2016

  • Torin Zanette

    Paris é o cenário perfeito para os apaixonados

  • Mari Castro - Canvas Ateliê

    Paris é uma festa, já dizia Ernerst Hemingway

  • Mari Castro - Canvas Ateliê

    Tirando agosto, qualquer mês tem sua graça em Paris

  • Mari Castro - Canvas Ateliê

    O que fazer em Paris? Cesar Giobbi dá a dica: museus, sempre, um doce na Angelina, e as galerias do Palais Royal

   Por Cesar Giobbi
 
   Paris é uma festa, contou Ernest Hemingway num livro dos anos 20 do século passado. E Paris, apesar dos percalços por que passa a Europa, quase um século depois daqueles escritos, continua uma festa. Paris é florida na primavera e no verão. E no inverno, depois que as folhas caem, vinga-se do frio aparecendo em todo o seu esplendor. Para um casal apaixonado, é um dos cenários mais lindos do mundo!
 
   Eu prefiro Paris no inverno. Faz frio, claro, mas é rara uma nevasca como as que atormentam Nova York. E não têm aquelas esquinas de geladas ventanias. Dependendo do dia, se há sol, dá para sentar num banco de seus muitos parques. E se não há sol, seus cafés e bistrôs estão todos funcionando, acolhedores. A programação cultural, no inverno, está a pleno vapor. Museus, teatros, salas de concerto, óperas oferecem o que há de melhor.  Os cinemas, também, mostram sempre grandes filmes do mundo todo. Embora me contem os muitos brasileiros que moram em Paris, que os cinemas pioraram muito de qualidade. Melhor não entrar em detalhes...
 
   Tirando agosto, qualquer mês tem sua graça em Paris. Digo isso porque já passei por Paris em agosto, e é deprimente. Tudo fechado para férias. Sem nenhuma cerimônia. No Boulevard St. Germain, há quarteirões e quarteirões de lojas fechadas. Rue du Bac, Rue de Sevre... sobra muito pouca coisa. Só os grands magazins, como Galeries Lafayette e o Bom Marché estão abertos. Teatros, óperas, concertos só recomeçam em setembro, com a rentrée. Melhor pular agosto.
 
   O que fazer em Paris a qualquer época do ano? Bom, eu não paro um minuto e não consigo ver tudo o que quero. Os museus, sempre. Sobretudo os étnicos e o Palais de Tokyo, o mais contemporâneo.
 
   Um doce no meio da tarde na Angelina, Rue de Rivoli, no mesmo prédio do Hotel Le Meurice. Com sorte, estarão lá senhoras usando chapéu, para dar um ar de tempos idos...
 
   Outro programa que não deixo de fazer é ir passear nas galerias do Palais Royal. Há descobertas incríveis para quem gosta de moda. Ou descer as escadarias de Montmartre e espiar como vivem os franceses dentro de suas casas. Cruzar as pontes a pé e ficar olhando os bateaux mouches passarem. Quem liga se tiraram aquelas toneladas de cadeados? Aquela ponte era mais linda sem eles e voltou a ser.
 
   Uma manhã no Marais! O Museu Picasso, o Museu Carnavalet, a Place des Vôges, as lojas transadas, as construções do século 16. O L’Ambroisie, hmmm..., um pecado gastronômico. E um sorvete na île de St. Louis, olhando o abside de Notre Dame? Dá para flanar sem preocupação, fazer tudo a pé. Paris, ou a Paris que interessa, não é tão grande. 
 
   Pra comer, eu gosto de pequenos bistrôs ou cafés. Melhor os de bairro, fora do circuito comercial. Não vou ficar dando dicas porque os guias estão cheios delas. Eu mesmo nunca viajo com endereços.
Vou entrando no que encontro pela frente, dependendo de onde estou e se está na hora de comer. É a última das minhas preocupações quando vou a Paris. Qualquer pão crocante com queijo ou presunto me deixam em êxtase. 
 
   Gosto de olhar a feira na Rue du Bac. Tudo parece melhor e mais colorido do que nossas frutas e verduras de supermercado. E são mostradas de uma maneira tão linda, que não resisto a fotografar. 
 
   É claro que compro, também, e bastante! Tem hora para tudo. E nunca esqueço de passar pela détaxe antes de embarcar de volta. Parece que a gente sai lucrando...
 
   *Conteúdo publicado na Revista Yes Wedding #4.
 

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