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Matérias

Os segredos de uma pista animada

26/02/2014

  • Foto: Divulgação
  • Fotos: Divulgação

Por Mafê Giembinsky

Uma das maiores dúvidas para os noivos na hora de decidir as atrações do casamento é escolher entre banda e DJ. Para os mais indecisos, o equilíbrio com as duas opções se dividindo em horários diferentes na pista é a melhor sugestão. Mas quem quer agradar mesmo a maioria dos convidados sabe que não adianta só tocar os últimos hits da rádio, afinal, eventos como este reúnem pessoas de todas as idades. Para desvendar os segredos de uma pista animada do começo ao fim, o YW bateu um papo com André Massita, da Banda Wonkas, que criou um novo formato – buscando a diversão – para as tradicionais bandas de baile, e tem feito muito sucesso nos casórios.

YW: O que os noivos mais tem pedido para a Banda Wonkas tocar e que não pode passar em branco?

AM: Então, no caso da Wonkas a gente não tem muito de “as mais pedidas”, por que o que a gente vende mesmo é o formato de ser um show animado, independentemente do que a gente toca. É claro fazemos muito do que chamamos de atemporal, que são aquelas músicas que funcionam sempre, de vários gêneros musicais, e a gente sempre tenta fazer um pouquinho de tudo para não ficar muito cansativo. Aí não fica um show só de sertanejo, nem só de axé... Passa por tudo, ou quase tudo, sem cansar. A gente toca muito pop rock nacional (Cazuza, Los Hermanos), ou seja, é o que a gente fala: se um DJ tocar não vai funcionar, mas a banda fazendo é diferente.

YW: Qual tipo de música a Banda Wonkas toca sabendo que vai agradar todo mundo na pista?

AM: O pop rock nacional agrada, as pessoas sabem cantar, todo mundo conhece um pouco. Mesmo a moçada mais nova de 25 anos ou menos, conhece Cazuza, por exemplo. Se não conhece, deveria conhecer! (risos) Daqui um tempo, quando os noivos forem de uma geração mais nova, especialmente os hits dos anos 80, como o RPM ou o Ultraje a Rigor, pode ser que não funcionem tão bem e não tenham o mesmo impacto, mas como casamentos tem pessoas de todas as idades, acho que ainda funciona e é legal por isso. É aquele momento depois que o DJ esquentou a pista, e a banda entra para fazer uma coisa que tenta agradar o máximo de pessoas possível.

YW: Quais são as músicas que fazem o show chegar no ápice?

AM: De pop rock internacional tem Psycho Killer, que é super antiga e funciona muito até hoje, e Livin’ on a Prayer, que para o show e todo mundo canta, é muito legal. Nos outros gêneros, como sertanejo, tem um medley nosso que a gente chama de sertanejo clássico, com Pense em Mim, É o Amor, e Evidências. Mas tem que saber a hora certa para fazer também. Se eu começar o show, esperar meia hora e tocar isso aí, provavelmente vai ser um fiasco! Mas se entra em um momento em que as pessoas já estão envolvidas, tem clima. Tanto que nunca teve um evento em que a gente tocou esse medley e não funcionou e, pelo contrário, aliás, que não tenha havido uma explosão! Por que todo mundo conhece, gosta, ou pelo menos vai se divertir ali. E de axé, sempre tem Mila, É carnaval... Essas músicas representam momentos auges do show.

YW: Vocês adaptam o repertório dependendo do estilo do casamento?

AM: Às vezes a gente ajusta para o gosto dos noivos. Por exemplo, tem alguns que não curtem sertanejo, então a gente não faz. Mas pelo menos a Wonkas é uma banda que, se uma pessoa não gosta muito de um show nesse estilo, não vai ter muita solução. Teve um casal que quando foi nos contratar disse que só queria que tocasse músicas internacionais e até abriram mão de tempo de apresentação, sabendo que a maioria no nosso repertório era nacional. E aí, resumindo, a gente terminou tocando axé, Naldo, e todo mundo se divertiu! Não adianta, é um momento de fanfarra que pede este tipo de música. É diferente de um evento que está mais tranquilo, que não vai virar festa, aí não vai caber, mas em uma festa de casamento que é para animar, funciona, até por que a gente faz com bom senso de não deixar por muito tempo um estilo músical só.

YW: Mesmo só tocando covers, tem alguma música que já se tornou a marca da Banda Wonkas?

AM: O que eu acho que é muito a cara da banda e que se eu conseguisse fazer com todos os outros medleys isso, seria ótimo, é o que a gente chama de medley flexada. A gente pegou uns pagodes dos anos 90, como O que se chama amor e Essa tal Liberdade, e fez um medley, que é a letra refrão, o pedaço principal da música, mas com ritmo de rock, sem ser pagode. Funciona e eu acho muito legal! Esse, em especial, é a cara do que a gente tenta fazer, que é dar a sonoridade da Banda Wonkas, a sonoridade da banda, nossa identidade, para tocar músicas que todo mundo conhece. Acho que é isso que faz a diferença. Por que cover para evento, qualquer banda faz, mas o jeito com que você faz essa leitura, essa versão, é que vai dar a cara para a banda.
 

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