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Matérias

Decoração de casamento sustentável

07/03/2019

  • Fotos: Lucas Lima

    As decorações de casamento têm incluído um novo item, cada vez mais, indispensável: a sustentabilidade

  • E para provar que sustentabilidade e casamento são palavras que andam juntas, o Yes Wedding conversou com a florista Lucia Milan 

  • Ela foi contratada por Ilana Tawil e André Schwartzman e não decepcionou nem no quesito beleza nem em preservação da natureza

  • 90% dos arranjos usados na festa foram feitos sem utilizar espuma floral em sua criação 

  • Segundo Lucia, a inspiração veio depois que ela observou que boa parte dos países já não usavam essa técnica e quis implementá-la aqui no Brasil também

  • A diferença nesses arranjos é que nos sem espuma as flores ficam em contato direto com a aguá 

  • Após incrementar a técnica, Lucia ficou atenta a outros fatores como o clima, o horário das montagens e o tipo de flor ou planta a ser utilizada

  • A florista afirma que no caso do casamento de Ilana e André, as flores escolhidas facilitaram no processo já que são de uma espécie mais resistentes fora da água 

  • Dos quase 100 arranjos usados no casamento, apenas quatro precisaram de espuma floral por conta do tamanho  

  • O processo ainda é novo no Brasil e o custo um pouco mais alto, mas os benefícios para a natureza são incontáveis

  • Lucia lembra que é preciso valorizar as flores da época, bem como produtores locais 

  • Para ela, flores colhidas na hora ou adquiridas em pequenos produtores é um movimento que deve ser expandido

  • "Eu acredito que se trabalho com algo tão preciso como a natureza, preciso buscar técnicas que ao poluam essa mesma natureza"

  • E podemos afirmar que cada detalhe ficou incrível 

   Mais do que apenas bom gosto, elegância e muito charme, as decorações de casamento têm incluído um novo item cada vez mais indispensável: a sustentabilidade.

   Tendência em todo o mundo, o uso de técnicas e materiais que impactam menos no meio ambiente tem, aos poucos, conquistado as noivas e profissionais aqui no Brasil também. Em um exemplo recente publicado AQUI no Yes Wedding, o casamento de Ilana Tawil e André Schwartzman contou com arranjos que não utilizavam espuma floral na sua criação.

   Responsável pela iniciativa, a florista Lucia Milan, conta que 90% dos arranjos foram montados dessa maneira. “Nas minhas viagens percebi como é forte o movimento do #nofloralfoam pelo mundo. Na verdade, lá fora nem se cogita mais o uso dessa espuma e me perguntei por que aqui no Brasil ainda não se falava nisso. Depois de muita pesquisa, entendi o quanto esse produto é poluente por ser derivado de petróleo e não-biodegradável. Assim, passei a buscar outras formas de montar meus projetos”.

   A principal diferença do arranjo sem espuma, segundo Lucia, é que as flores ficam diretamente em contato com a água. “A espuma facilita não apenas a manutenção da durabilidade das flores, por absorver a água, mas também o transporte do material sem o risco de vazar, etc. Por isso, ao optar por não utilizá-la, precisei me atentar a outros detalhes importantíssimos, como o clima, o horário das montagens, o tipo de flor ou planta a ser utilizada, tudo para que o trabalho atenda a expectativa do casal e continue lindo até o momento certo”, explica.

    No caso do evento de Ilana e André, Lucia explica que as flores escolhidas ajudaram para que tudo saísse como o planejado. “Apesar de ter sido em um domingo de calor, as flores que tinham o tom que ela desejava eram justamente de espécies mais resistentes fora da água. Assim, montei todos os arranjos menores com água, e fiz a amarração da Chuppah de maneira que continuasse bonita até o momento do SIM”.

   Dos mais de 100 arranjos criados para o casamento, apenas quatro precisaram da espuma. “Eram muito grandes e eu não tinha outra maneira de deixá-los no formato certo. Mas já acho um grande progresso ter conseguido reduzir tanto o uso da espuma”, destaca a florista que lembra que no Brasil ainda faltam ferramentas adequadas, além de informação, para que esse movimento ganhe cada vez mais adeptos.

   “Ainda não temos aqui tudo o que é necessário para conseguir esconder as fontes de água, por exemplo. Isso sem falar que, logicamente, é algo mais trabalhoso e até mais caro. Mas a verdade é que muitos profissionais usam a espuma sem nem saber o quanto ela é poluente e que existem outras formas de se fazer o trabalho. Além disso, nossa cultura com relação aos casamentos ainda é muito voltada para o Pinterest, e as noivas pedem coisas que nem sempre dão certo para o nosso clima”, afirma.

   Assim, ela lembra que é preciso valorizar o uso de flores da época, bem como produtores locais. “Quando faço casamentos fora de São Paulo, procuro ao máximo usar os produtos da região. E muitas noivas já me pedem para que, ao final da festa, as flores sejam doadas ou que eu utilize flores plantadas. Eu acredito que se trabalho com algo tão preciso como a natureza, preciso buscar técnicas que ao poluam essa mesma natureza. Minha meta é reduzir em 100% o uso da espuma aqui no ateliê”, conta Lucia, que finaliza: “Quando faço cursos no exterior, noto como destacam com orgulho quando as flores são colhidas na hora ou que vieram de pequenos produtores. Esse é um movimento que deve ser expandido ao máximo e levado ao maior número de pessoas!”.

 

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