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Matérias

Casar um filho

14/03/2017

  • Foto Azul

    Mãe feliz e orgulhosa

  • Foto Azul

    Momento mãe e filho

  • Foto Azul

    Eleonora cumprimenta Camila

   Por Eleonora Rosset

   Há momentos na vida difíceis de definir...

   Acabo de casar meu único filho. E, claro, quanta felicidade!

   Passei anos pedindo a todos os santos que o André encontrasse uma moça como a Camila. E só foi agora, aos quase 38 anos, que ele tomou a grande decisão.

   Ganhei uma filha linda e doce. E mais: tenho a certeza de que eles estão apaixonados e se complementam. A bela Camila, ajuizada e organizada, e André, um ser humano bem-humorado que tem muito amor para dar.

   Mas por que meu coração pulava como um potro selvagem e lágrimas teimavam em subir aos olhos durante a entrada da noiva pelo braço do pai Jairo? E o meu sorriso que perdia o formato e a boca que queria chorar?

   Na hora, aceitei essa confusão emocional sem discutir, deixando que o momento fluísse porque, aliás, não havia controle possível.

   Depois, compreendi que vivia um tumulto de sentimentos e que eu estava no olho do furacão. Percebi que chorei por mim. Não pelo casal feliz.

   Afinal, casar meu único filho, aos quase 38 anos, impede que eu o veja como antes, o meu menino. Faz tempo que ele é um homem adulto. Mas, casando, ele entra para o rol dos fatalmente adultos e responsáveis. O que é muito bom.

   Chorei pelas memórias e entendi que não era um choro triste. Era pura emoção e vontade de voltar no tempo e me reencontrar com o menino que ele foi um dia, de mãos dadas comigo.
Quando mudei o foco, me acalmei. O dia era deles, dos noivos. E abri o meu sorriso sem esforço, olhei as pessoas em volta que também sorriam e me emocionei, feliz, com as palavras que o André disse no fim da cerimônia.

   Dentro de mim, a mãe jovem que eu fui um dia, surpreendeu-se com a sabedoria que aquele menino adquiriu durante sua vida. E fiquei tão orgulhosa dele! Percebi que criei um homem feliz!

   (Fotos: Foto Azul)
 

*Matéria publicada na revista Yes Wedding #4

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