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#FeSuplicyLoves

O filho que não veio

07/02/2019

  • Reprodução
    Tudo acontece por uma razão!
  • Arquivo pessoal
    Mas o importante é refletirmos e entendermos que nada é por acaso ;)

   Eu vou dividir minha experiência porque estes assuntos são sempre tabus, as mulheres não comentam muito, mas todas precisam saber que é normal, acontece com muitas e que quanto melhor conseguirmos lidar de forma natural, melhor tudo fica. Cada um reage de um jeito e tem uma personalidade diferente, claro! Mas vou contar como foi pra mim.

   Eu não sou dramática e não tenho tendência a ficar triste e me lamentando, vejo sempre o lado positivo das coisas, porém sou bastante sensível. Sinto, absorvo e costumo precisar refletir sobre o que aconteceu para aceitar e entender (e escrever sempre me ajuda também).

   Tudo isso para dizer que eu senti meu filho (ou filha). De algum modo eu sabia. Eu fiz três testes de gravidez na vida. Um foi da gravidez tubária (no lugar errado, porém positivo), o outro foi do meu amor maior do mundo – meu filho Thor - e o terceiro foi esse. O curioso? Deu negativo! Eu estava indo viajar e achei que estava grávida. Não queria ir sem ter a certeza, corri para fazer um exame de sangue logo porque se estivesse estaria no começo e o de xixi não pegaria. Deu que não e no dia seguinte de manhã menstruei. Então, com a certeza que não, segui a vida normal, porém com uma leve sensação de gravidez me acompanhando, que eu passei a achar que era encanação, pois não é não e ok.

   No mês seguinte menstruei também (pouco), e aí, cerca de uma semana após o termino da “menstruação”, veio um sangramento vaginal bem intenso, que sujou roupa e tudo, e depois segui perdendo sangue por mais algumas horas e outros momentos ao longo do dia. Imaginei – pelo formato – que poderia ser um aborto espontâneo, mas como seria possível se eu estava menstruando normalmente? Enfim, ainda não sei a explicação para ter vindo meu período e também pelo aborto espontâneo, mas a real é que eu estava sim grávida quando fiz o teste e seguia numa gestação de 2 meses já, sem saber (fui no hospital e tudo para ver).

   Como vejo essa história? Que nada é por acaso! Não era para meu teste sair positivo porque eu iria perder, mas se eu soubesse desde aquele dia, eu já teria criado expectativas, já estaria apegada ao contexto e teria uma dorzinha maior, e desta forma foi sim mais leve. Ponto legal: pensamos na possibilidade de ter um segundo (a), mas não estava tentando, e “uau!”, tenho 41, sigo fértil e engravidei sem querer. Notícia boa! E agora criei a crença de que cada bebê meu tem seu anjinho da guarda mais que especial e sempre da família. Vem primeiro um anjinho, que conhece a mamãe, o papai, o ambiente e se prepara para cuidar de nós, para depois vir o que se tornará uma vida em corpo humano, porém que sempre terá uma companhia de luz ao lado e cuidando dos seus passos.

   Isso aconteceu no finzinho de novembro do ano passado, não fiz curetagem, depois tirei férias, e na volta em janeiro, lá fui eu fazer teste Beta HCG para ver se limpou tudo e pá: positivo e ainda meio alto, esperamos uma semana e fizemos de novo, aí tinha baixado mais. Resumo da ópera: como não fiz um quantitativo no meio desses, não dá para saber se era restos daquela perda ou uma nova gravidez e perda (loucuraaaaa!!!), mas o fato é que agora fiz uma curetagem e meu útero apresentava ainda o tamanho de aproximadamente dois meses. É chatinho, tem anestesia e tal, mas no meu caso foi zero traumático e no mesmo dia já estava em casa com as atividades normalmente.

   Que venha o próximo (ou próxima), se tiver que vir, quando for para vir. Sua família estará aqui te esperando. Sigo na teoria de que nada é por acaso e que as coisas acontecem como tem que ser. Mas isso, logicamente, que cada um dá a sua ajuda conforme vive a vida, não é só largar e pronto, rsrs... Ex: planta o bem, colhe o bem. Seja gentil que o mundo será de volta com você e por aí vai. Não é simplesmente jogar a vida para o universo e o acaso. A gente tem que colaborar, né!?

   Enfim, claro que acabei refletindo um pouquinho que nasceria perto da data do Thor (meu primeiro filho), que seriam 2 anos de diferença certinho, se viria menina ou menino, o caos que iria ser (hahaha...) e dei aquela mini projetada na vida como seria e tudo, mas juro pra vocês que sem lamentação e com aceitação.

   É isso! Agora é me cuidar e ficar mais atenta ao feeling feminino que ele é poderoso SIM!

   Com carinho,
   Fernanda Suplicy

   P.S. – para quem tiver interesse em outras informações do processo em si: não tive dor e soube que era gravidez pelo teste de sangue feito no PA. Qualquer outra dúvida mais íntima ou detalhada, me procurem no particular ;)
 

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