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Beleza

Tratamentos para olheiras

17/11/2017 por Dra. Carla Gregório

  • Diversos tratamentos podem amenizar as temidas olheiras

  • Reprodução

    Antes de escolher o tratamento, é preciso descobrir qual é o seu tipo de olheira

  • Descansar bem também sempre ajuda

   Os tratamentos para amenizar as olheiras têm sido cada vez mais procurados no consultório dermatológico. Mas, antes de qualquer procedimento, é importante diagnosticarmos a causa da olheira, já que isso interfere diretamente na escolha do tipo de correção que será realizada.

   Podemos classificar as olheiras em 4 tipos:

   Profunda ou estrutural: Na maioria das vezes tem causa genética. Ocorre por falta de tecido na região, formando uma sombra na goteira lacrimal que deixa o aspecto de “olhos fundos”. Pessoas que emagrecem muito ou que perdem massa óssea com o envelhecimento, o que deixa esse sulco mais pronunciado, podem também apresentar esse tipo de olheira. O tratamento mais adequado para esses casos é o preenchimento com ácido hialurônico, que corrige a depressão na goteira lacrimal e deixa com aspecto bem natural.

   Com componente vascular: De coloração arroxeada, azulada ou avermelhada ocorre por um aumento da vascularização local ou por depósito de hemossiderina (um componente da degradação das hemácias). Pioram com cansaço, com a alteração da circulação local e são mais visíveis quando a pele é muito fina, deixando os vasos dessa região mais aparentes. O tratamento é realizado com luz pulsada ou lasers que atingem os vasos – Nd:YAG ou Dye Laser. Também pode ser realizado preenchimento com ácido hialurônico em pacientes que tenham pele muito fina nessa região e devem ser utilizados cremes com substâncias que ativem a circulação local, como cafeína, nodema e ginkgo biloba.

   Com componente pigmentar: De coloração castanha, ocorre por deposição de melanina (pigmento) na pele. Tem também tendência genética, mais frequente em pacientes com pele morena e é muito comum em pessoas com antecedente de rinite (alérgicos). O tratamento desse tipo pode ser feito com cremes que possuam substâncias clareadoras como alfa arbutin, ácido tranexâmico e ácido tioglicólico. Além disso, podem ser feitos peelings seriados ou lasers que atingem o pigmento como a luz intensa pulsada – QSwitched Nd:YAG ou mais atualmente o laser de Picosegundos. Se houver flacidez da pele associada pode ser realizado laser de CO2 ou microagulhamento com radiofrequência local com drug delivery de substâncias clareadoras.

   Mista: Tipo mais comum, é uma combinação das outras listadas acima. Nesses casos, a combinação de tratamentos é a melhor opção.

Dra Carla Gregório
Dermatologista - CRM 121.892

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